Mais um estranho estudo de caso sobre as indústrias musicais e tudo o que está envolvido. Uma canção de 1957, da África do Sul, celebrizada por Miriam Makeba sofreu inúmeras versões, umas mais engraçadas que outras. As reacções que esta, em específico, espoleta em Portugal, são muito indicativas de várias coisas: que a música é apenas um micro-factor na avaliação e valorização que fazemos quando pensamos que estamos a avaliar música. Nada mais errado, estamos a avaliar a imagem, a performance e toda uma série de factores externos à música. Por outro lado, o intrincado labirinto que se cose para produzir uma "música" desta maneira e os objectivos da mesma. Afinal indústrias do espectáculo?...
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